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Documentário: Diferentes por nascença (Globoplay)

    O documentário Diferentes por nascença (GloboPlay), conta histórias de diferentes pessoas do mundo que nasceram com diagnósticos desafiadores.    Além de suas deficiências, todos possuem em comum a determinação e coragem para encarar os desafios que suas condições lhe exigem. Embora suas limitações sejam a primeira coisa que chame a atenção dos demais, eles desejam ser vistos além delas e enfatizam que elas não são capazes de impedi-los de sonhar e realizar.    São 10 episódios inspiradores que nos mostram que é possível sim superarmos as barreiras do preconceito que é tão predominante na nossa sociedade.   Um ótimo documentário para ampliarmos nosso olhar para o próximo, para suas dores e lutas, e refletirmos também sobre nós mesmos, nossas condutas e nossa maneira de enxergar a vida. T exto : @giselesertao @afagodemaeoficial

Os incríveis dois anos

     Conhecida como “terrible two” (“terríveis 2 anos”) a crise dos 2 anos é a fase em que a criança passa a dizer não, faz birras e decide o que quer fazer para desespero de seus cuidadores.      Diferentemente do primeiro ano que é visto com muito encanto, esta fase não é tão amada pelos pais, pois eles deixam de ter um bebê "tranquilo" e passam a ter uma criança que não aceita ser contrariada com facilidade.      Ela se torna mais seletiva, escolhe o que e quando comer e quer decidir até a roupa que vai vestir. Ela tenta impor suas decisões, e os pais precisam ter muita paciência para corrigi-la com muito amor  e respeito, o que nem sempre é fácil.      Embora seja um período muito desgastante, ele, também possui seu lado positivo:      A criança passa a ter percepção do mundo, ter independência para se alimentar, para escovar os dentes, colocar o próprio sapato (sempre com a supervisão dos pais, é claro)...

Sobre maternar na pandemia

 Eu me tornei  mãe em agosto de 2019. Quando meu filho tinha 6 meses a pandemia chegou aqui no Brasil. As notícias me aterrorizavam, o aumento dos números de mortos me assustavam, e todos os meus medos enquanto mãe de primeira viagem se potencializaram.  Eu não tive o meu filho no auge da pandemia, mas eu maternei a maior parte da vida dele até aqui neste contexto pandêmico. Por vezes eu me questionei como seria o mundo que meu filho viveria a partir de então; Eu senti culpa em ter colocado uma criança no mundo para possivelmente sofrer alguma consequência desta doença; Eu tive muito medo de encontrar pessoas, de que tocassem  no meu filho e que ele pegasse este vírus e viesse a ser hospitalizado; Eu tive  muito medo de morrer de coronavírus  e deixar o meu filho sem mãe; Eu me senti triste em privar meu filho de conhecer lugares, de estar perto de pessoas, de ter novas experiências importantes para o desenvolvimento de um bebê; Eu senti que em muitos momen...

A maternidade não é uma competição

    O ser humano por natureza tem espírito competitivo. E quando se trata de maternidade é muito comum ouvirmos comparações entre algumas mães, que anseiam por se "destacar" e fazem desta fase uma competição nada saudável.    Algumas se "gabam" por terem tido determinado tipo de parto, por terem amamentado no peito,  ou por terem pausado a carreira profissional para se dedicar aos filhos  e desmerecem  outras mães que tenham tido escolhas diferentes das suas.      "Ah mas fulana deu mamadeira para o filho recém nascido? nem "amamentou ele de verdade". "Como pode ela ter  voltado ao trabalho e deixar o bebezinho numa escolinha?  Eu sim fiz a escolha "certa" em parar de trabalhar".      Pensamentos e falas como essas reforçam o quanto há mulheres que ainda não entenderam que não estamos competindo umas com as outras, muito pelo contrário, precisamos dar as mãos e nos encorajamos.    Todas possuímos r...

Cadê a mãe dessa criança?

     Muito antes de eu ter filho quando eu via alguma criança fazendo  birra em qualquer lugar  e não via imediatamente algum adulto por perto, eu pensava comigo mesma: “Cadê a mãe dessa criança?”      Hoje enquanto mãe com toda certeza mudei a minha maneira de enxergar situações como esta, mas refletindo sobre este meu pensamento do passado, percebo que ele é atual na cabeça de muita gente. Se uma criança faz bagunça,  se não está bem vestida, se está com o nariz escorrendo, se tira notas ruins na escola, seja lá qual for a situação  negativa que aconteça com ela, aos olhos dos demais o primeiro pensamento com toda certeza será : Cadê a mãe dessa criança?      Por mais que tentemos enfatizar a importância de atribuir ao pai as responsabilidades que lhe cabem, culturalmente a nossa sociedade responsabiliza a mãe por 90% dos cuidados com os filhos.    Se ela é mãe em tempo integral então? “Ahh com certeza o pai nã...

A transformação dos nossos pais em avós

     Há um fenômeno que acontece na maioria das famílias quando os pais se tornam avós: e les se transformam em outras pessoas. Pessoas essas que seus filhos desconhecem, mas que os netos  com toda certeza amam de paixão.      Acontece uma virada de chave muito louca na mente e no coração deles quando seus netinhos chegam. Aqueles pais rígidos, que davam broncas  e que faziam questão de impor limites em seus filhos dão lugar a avós permissivos e babões que sorriem de orelha a orelha sobre tudo que envolve seus netos e  os mimam em excesso  para desespero de seus filhos que agora são os pais da vez.      Na casa dos avós tudo pode: desde comer doce antes do almoço, banho de mangueira, dormir tarde e acordar sabe-se lá que horas.  Lá  é o lugar mais legal que existe quando se é criança. Elas desejam ansiosamente que chegue o dia de ir pra lá e aproveitar ao máximo  quem tanto tem amor para dar, amor este que é...

Os prós e contras da maternidade

Assim como tudo na vida a maternidade tem seus prós e contras. Dentre as coisas positivas destaco o amor crescente  pela nossa prole e a  consciência que criamos em sermos pessoas melhores para servirmos de exemplos aos nossos filhos. Dentre as coisas negativas destaco a privação de sono, sobrecarga, solidão e a pior de todas com toda certeza é a impotência que sentimos em  ver nosso  filho doente. Quando um filho não está bem de saúde, todas as outras coisas negativas da maternidade se tornam insignificantes.  A maternidade revela em nós uma capacidade inimaginável de amar. Conhecemos um amor capaz de suportar tudo em prol do bem estar da nossa cria; Um amor que deixa os seus interesses de lado para cuidar da dor de outro; Um amor que possui um coração fora do peito, e que se rasga em pedaços quando vê seu bem mais precioso sofrendo, e que se pudesse enfrentaria toda dor do mundo em seu lugar. Após me tornar mãe  eu pude sentir o quanto  eu sou verdad...