Pular para o conteúdo principal

Os prós e contras da maternidade

Assim como tudo na vida a maternidade tem seus prós e contras.

Dentre as coisas positivas destaco o amor crescente  pela nossa prole e a  consciência que criamos em sermos pessoas melhores para servirmos de exemplos aos nossos filhos.

Dentre as coisas negativas destaco a privação de sono, sobrecarga, solidão e a pior de todas com toda certeza é a impotência que sentimos em  ver nosso  filho doente.

Quando um filho não está bem de saúde, todas as outras coisas negativas da maternidade se tornam insignificantes. 


A maternidade revela em nós uma capacidade inimaginável de amar.

Conhecemos um amor capaz de suportar tudo em prol do bem estar da nossa cria;

Um amor que deixa os seus interesses de lado para cuidar da dor de outro;

Um amor que possui um coração fora do peito, e que se rasga em pedaços quando vê seu bem mais precioso sofrendo, e que se pudesse enfrentaria toda dor do mundo em seu lugar.


Após me tornar mãe  eu pude sentir o quanto  eu sou verdadeiramente amada por Deus.

Uma mãe é capaz de tudo por um filho, e esse amor não chega aos pés do amor de Deus por nós. Sentimento este que é difícil de ser compreendido por  muitos, mas que é possível ser sentido na experiência particular de cada um com o Criador.


Talvez você me pergunte: "Então você não sabia o que era amar antes de ser mãe?"


A verdade é que eu acreditava que amava de forma genuína até meu filho nascer e me fazer  perceber que o amor não controla, não impõe e não exige do outro aquilo que esperamos dele. 


Eu passei a enxergar nas minhas relações o verdadeiro sentido da palavra amor. Após a  chegada do meu filho eu  percebi o quanto eu precisava lapidar este sentimento.


Pude compreender também a seguinte frase do autor do meu livro preferido O Pequeno Príncipe: “O Amor é a única coisa que cresce à medida que se reparte.” E este sentimento cresce tanto a cada dia  que não há palavras que possa descrevê-lo. 


Entre todos  os prós e contras da maternidade, posso dizer  que eu ganhei muito mais do que perdi desde a primeira vez que peguei meu filho nos braços.


E sou infinitamente grata a Deus por me permitir vivenciar este amor.


Por: @giselesertao @afagodemaeoficial

Imagem: @angelica.ch.r




Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Você não está parada. Você está sustentando uma infância."

  Você não está parada. Você está sustentando uma infância." Essa frase o ChatGPT escreveu pra mim depois que eu desabafei sobre as dificuldades de ser mãe em tempo integral, sem rede de apoio. E eu confesso: ela me impactou profundamente. É grandioso o que uma mãe faz por um filho — mas, infelizmente, nem sempre é visto ou valorizado como deveria. A primeira infância é uma fase repleta de aprendizados. Para que uma criança se desenvolva bem, ela precisa de suporte. Precisa de alguém que seja sua base, que esteja disponível para cuidar, orientar e garantir suas necessidades básicas. E, na maioria das vezes, essa pessoa é a mãe. A mãe que abdica de trabalhar fora para cuidar do filho não está parada. Ela está sustentando a fase mais importante da vida dele — aquela que irá influenciar toda a sua vida adulta. A mãe que fica em casa, cuidando dos afazeres domésticos, do dever de casa, da rotina do lar, não está parada. Ela está assumindo tarefas importantíssimas que ninguém mais fari...

Bipolaridade na maternidade

  A maternidade é intensa. Ela é cheia de emoções que se misturam todos os dias. Quando se é mãe e também se convive com a bipolaridade essa jornada ganha ainda mais desafios. Existem dias em que a energia transborda: a criatividade, o carinho, a disposição para brincar e estar presente parecem infinitos. Em outros, levantar da cama já é uma grande vitória. Essas oscilações não significam falta de amor pelo filho, muito pelo contrário: cada esforço silencioso, cada pequeno gesto, cada tentativa em meio ao cansaço e à dor são provas diárias de um amor imenso e corajoso. A maternidade para quem vive com bipolaridade é feita de batalhas invisíveis. São lutas internas que ninguém vê, mas que exigem força, resiliência e, principalmente, muita compaixão consigo mesma. Nem sempre é fácil pedir ajuda. Nem sempre é simples explicar que o silêncio, o cansaço ou a falta de ânimo não têm nada a ver com desistência ou falta de vontade — são apenas parte de uma condição que precisa ser respeitad...

Livro: Quando nasce a mãe

     Neste livro, Vanessa reúne 16 histórias de mulheres comuns que nascem mães. Segundo a autora, o nascer de uma mãe é como o desabrochar de uma borboleta: “ A mulher entra sozinha no casulo. Ela consigo mesma. Ali, a mãe é gestada. Gestada a partir da mulher. Mulher e mãe coabitam.”      Cada história relatada possui a sua particularidade de encontro com a maternidade, porém também há similaridade dessas histórias e tantas outras  mulheres que nascem mães: o medo pelo desconhecido, a incerteza da carreira profissional, o desafio de ser mãe solo, os riscos que envolvem um parto prematuro,  a perda de um bebê, a espera pela adoção, entre tantas outras experiências que são vividas por mulheres que desabrocham para a maternidade, assim como a lagarta vira borboleta e precisa sair do seu casulo.      Uma leitura leve e envolvente  que te fará sentir empatia e sororidade por cada mãe que nasceu, seja a partir dos relatos dest...