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Depois que nos tornamos mãe...

Aprendemos lidar com as nossas próprias inseguranças para ser porto seguro para o nosso filho; Quebramos muitas expectativas sobre nossos relacionamentos afetivos e sobre as idealizações que criamos sobre a maternidade; Entendemos o quanto a mulher é cobrada e julgada pela sociedade seja lá qual for a sua escolha sobre sua maternidade; Entendemos o  que é se doar por outra pessoa a ponto de colocar o seu bem estar acima das nossas próprias necessidades; Aprendemos  que o amor genuíno não se cobra, não exige e não espera do outro aquilo que esperamos que ele faça por nós; Passamos a  ter muito mais medo de vir a faltar antes que nosso filho tenha capacidade de se virar sozinho neste mundo; Passamos a nos importar muito mais com as nossas atitudes, pois sabemos que elas serão espelhos para a construção do caráter do nosso filho; Entendemos  quanta força e resiliência há em nós mães. Quando no tornamos mães descobrimos o quanto somos capazes de enfrentar qualquer advers...

A doação e entrega da maternidade

Quando  nos tornamos mãe entendemos na prática  o que é se doar pelo outro. Segundo o dicionário a palavra doação significa: ação de doar, oferecer alguma coisa a alguém. A maternidade ilustra bem o conceito desta palavra quando: Oferecemos nosso corpo para gerar uma vida, para amamentar  e para carregar nos braços aquele que tanto precisa do nosso acalento; Oferecemos nossas horas de sono para trocar fraldas, para dar de mamar, para fazer arrotar, e fazer dormir novamente aquele que precisa do nosso cuidado; Oferecemos nosso tempo para cuidar, brincar e amar aquele que tanto precisa do nosso afeto; Oferecemos nossa liberdade de ir e vir a qualquer lugar a qualquer hora,  para estar  ao lado daquele que  tanto precisa da nossa presença; Oferecemos nossas mãos para preparar refeições, dar banho,  para acariciar e abraçar aquele que tanto precisa do nosso carinho; Oferecemos nossa paciência para ensinar e corrigir quantas  vezes forem necessárias co...

Livro: Quando nasce a mãe

     Neste livro, Vanessa reúne 16 histórias de mulheres comuns que nascem mães. Segundo a autora, o nascer de uma mãe é como o desabrochar de uma borboleta: “ A mulher entra sozinha no casulo. Ela consigo mesma. Ali, a mãe é gestada. Gestada a partir da mulher. Mulher e mãe coabitam.”      Cada história relatada possui a sua particularidade de encontro com a maternidade, porém também há similaridade dessas histórias e tantas outras  mulheres que nascem mães: o medo pelo desconhecido, a incerteza da carreira profissional, o desafio de ser mãe solo, os riscos que envolvem um parto prematuro,  a perda de um bebê, a espera pela adoção, entre tantas outras experiências que são vividas por mulheres que desabrocham para a maternidade, assim como a lagarta vira borboleta e precisa sair do seu casulo.      Uma leitura leve e envolvente  que te fará sentir empatia e sororidade por cada mãe que nasceu, seja a partir dos relatos dest...

Filho, eu nunca vou esquecer...

A emoção que senti quando te vi pela primeira vez; Eu nunca vou esquecer seus lindos olhinhos curiosos olhando para mim; Eu nunca vou esquecer da primeira vez que te segurei nos braços e a primeira vez que te amamentei; Eu nunca vou me esquecer da primeira vez que chegamos em casa, quando eu te coloquei no berço e fiquei te admirando sem acreditar que você era meu filho; Eu nunca vou esquecer a primeira vez que te dei banho sozinha e como eu estava um pouco insegura com isso; Eu nunca vou esquecer do primeiro sorriso que você deu pra mim e do quanto ele me deixou muito mais apaixonada por você; Eu nunca vou esquecer a primeira vez que você segurou um brinquedo com as suas lindas mãozinhas e o quanto eu fiquei empolgada com isso; Eu nunca vou esquecer a primeira vez que você começou a engatinhar pela casa e os primeiros passinhos que você deu na minha direção todo feliz; Eu nunca vou esquecer quando você me disse mamãe e eu te amo pela primeira vez. Eu não tenho palavras para descrever ...

Sobre ela...

Ela é sonhadora; Ela é teimosa ; Ela é sensível; Ela é ansiosa; Ela é tagarela ; Ela é distraída ; Ela é boa ouvinte ; Ela é indecisa ; Ela é criativa ; Ela é impaciente ; Ela é otimista ; Ela é persistente ; Ela é amiga; Ela é feliz ; Ela é inspiração ; Ela acredita no poder do amor Que habita em seu coração Texto: @giselesertao @afagodemaeoficial  

O meu eu antes de você X O meu eu depois de você

  O meu eu antes de você gostava de dormir até tarde; O meu eu antes de você podia sair pra qualquer lugar a qualquer hora; O meu eu antes de você tinha mais tempo para a própria vaidade; O meu eu antes de você gostava de estar no controle das coisas; O meu eu antes de você era muito resistente à mudanças; O meu eu antes de você tinha baixa auto estima; O meu eu antes de você priorizava outras  pessoas ao invés dela mesma e se desgastada em relações tóxicas; O meu eu antes de você tinha muitas convicções das quais acreditava serem verdades sobre ela mesma; Costumo dizer que existe o meu eu antes de você e o meu eu depois que você nasceu. O meu eu depois de você já não tem mais nada haver com essa pessoa que existia  bem antes de você nascer. O meu eu depois de você  acorda cedo; O meu eu depois de você não tem muito tempo para vaidade; O meu eu depois de você aprende todos os dias que nada está no seu controle; O meu eu depois de você passou a se amar mais, e prioriz...

Livro: Longe da Arvore: (Cap. 04- Síndrome de Down)

 Sobre o capítulo: Andrew Solomon  retrata a temática da Síndrome de Down. Ele destaca aspectos de como cada família descobriu o diagnóstico de seus filhos e se sentiu em relação a isso. A relação entre irmãos, o convívio em sociedade, o preconceito sofrido e as limitações  vivenciadas pelas  pessoas com esta síndrome são abordados também neste capítulo. Como os médicos desencorajavam os pais a ficarem com seus filhos que tinham Síndrome de Down: O médico disse a Charles que uma criança como aquela deveria ir para uma instituição e desencorajou os Kingsley a ver o bebê. Ele disse que "este mongoloide" nunca aprenderia a falar, pensar ou andar. Deram tranquilizantes a Emily e comprimidos para interromper a lactação, na suposição de que ela não levaria o bebê para casa. "Disseram que ele jamais seria capaz de nos distinguir de outros adultos", lembrou Emily Betsy Goodwin era jovem e saudável e não esperava complicações quando sua filha, Carson, nasceu com síndrome de...