Pular para o conteúdo principal

1° de fevereiro, dia do Publicitário

 Depois que eu terminei o ensino médio eu tinha muitas inseguranças de qual carreira profissional seguir. Eu não sabia ao certo do que eu realmente gostava.

Aos 19 anos optei por fazer o curso técnico de Nutrição e Dietética  com duração de 1 ano e meio. Pensei que se não seguisse essa área pelos menos aprenderia coisas importantes sobre alimentação saudável.

Na disciplina de Marketing Nutricional eu e meu grupo fizemos um comercial sobre pão caseiro. Eu escrevi o texto e fiz a narração dele. Apresentamos e tiramos a nota máxima.

Certo dia eu convidei duas amigas para virem na minha casa e mostrei este trabalho para elas. E elas disseram bem assim pra mim: 

"Amiga, Publicidade e Propaganda tem tudo haver com você. Já que você é bastante comunicativa."

Após elas irem embora eu pesquisei a grade curricular do curso e me encantei. 

Fiz o vestibular, e iniciei a graduação em 2013. Foram 4 anos de muita luta, trabalhos acadêmicos, noites mal dormidas, apresentações, provas, amizades sinceras que foram feitas e continuam sendo especiais pra mim até hoje, o temido TCC, e o tão sonhado diploma  conquistado em 2016.

Eu sempre tive no meu coração o desejo de escrever. E embora eu não tenha conseguido ainda um cargo profissional relacionado a escrita, posso dizer que a maternidade despertou ainda mais este propósito na minha vida. Através desta página eu compartilho meus sentimentos, reflexões e pensamentos a fim de edificar a vida de outras pessoas. 

Muita coisa pode não acontecer como o planejado em nossa vida. Mas quando temos sonhos e nos esforçamos com o que está ao nosso alcance para realizá-los, Deus é fiel para nos ajudar  para que eles se concretizem, pois foi Ele mesmo que os depositou em nosso coração.

Hoje é dia do Publicitário.

E eu sou infinitamente Grata a Deus por ter me  guiado desde a escolha desta graduação, até a conquista deste tão sonhado diploma.

Texto: @giselesertao @afagodemaeoficial




Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Você não está parada. Você está sustentando uma infância."

  Você não está parada. Você está sustentando uma infância." Essa frase o ChatGPT escreveu pra mim depois que eu desabafei sobre as dificuldades de ser mãe em tempo integral, sem rede de apoio. E eu confesso: ela me impactou profundamente. É grandioso o que uma mãe faz por um filho — mas, infelizmente, nem sempre é visto ou valorizado como deveria. A primeira infância é uma fase repleta de aprendizados. Para que uma criança se desenvolva bem, ela precisa de suporte. Precisa de alguém que seja sua base, que esteja disponível para cuidar, orientar e garantir suas necessidades básicas. E, na maioria das vezes, essa pessoa é a mãe. A mãe que abdica de trabalhar fora para cuidar do filho não está parada. Ela está sustentando a fase mais importante da vida dele — aquela que irá influenciar toda a sua vida adulta. A mãe que fica em casa, cuidando dos afazeres domésticos, do dever de casa, da rotina do lar, não está parada. Ela está assumindo tarefas importantíssimas que ninguém mais fari...

Bipolaridade na maternidade

  A maternidade é intensa. Ela é cheia de emoções que se misturam todos os dias. Quando se é mãe e também se convive com a bipolaridade essa jornada ganha ainda mais desafios. Existem dias em que a energia transborda: a criatividade, o carinho, a disposição para brincar e estar presente parecem infinitos. Em outros, levantar da cama já é uma grande vitória. Essas oscilações não significam falta de amor pelo filho, muito pelo contrário: cada esforço silencioso, cada pequeno gesto, cada tentativa em meio ao cansaço e à dor são provas diárias de um amor imenso e corajoso. A maternidade para quem vive com bipolaridade é feita de batalhas invisíveis. São lutas internas que ninguém vê, mas que exigem força, resiliência e, principalmente, muita compaixão consigo mesma. Nem sempre é fácil pedir ajuda. Nem sempre é simples explicar que o silêncio, o cansaço ou a falta de ânimo não têm nada a ver com desistência ou falta de vontade — são apenas parte de uma condição que precisa ser respeitad...

Livro: Quando nasce a mãe

     Neste livro, Vanessa reúne 16 histórias de mulheres comuns que nascem mães. Segundo a autora, o nascer de uma mãe é como o desabrochar de uma borboleta: “ A mulher entra sozinha no casulo. Ela consigo mesma. Ali, a mãe é gestada. Gestada a partir da mulher. Mulher e mãe coabitam.”      Cada história relatada possui a sua particularidade de encontro com a maternidade, porém também há similaridade dessas histórias e tantas outras  mulheres que nascem mães: o medo pelo desconhecido, a incerteza da carreira profissional, o desafio de ser mãe solo, os riscos que envolvem um parto prematuro,  a perda de um bebê, a espera pela adoção, entre tantas outras experiências que são vividas por mulheres que desabrocham para a maternidade, assim como a lagarta vira borboleta e precisa sair do seu casulo.      Uma leitura leve e envolvente  que te fará sentir empatia e sororidade por cada mãe que nasceu, seja a partir dos relatos dest...