Pular para o conteúdo principal

Não há mentira alguma que prevaleça contra a VERDADE de DEUS.

Meus pais são pessoas simples, com pouca instrução escolar e nunca tiveram muita vaidade. Eles não são apegados à coisas materiais e sempre se contentaram com pouca coisa. Meu pai sempre trabalhou, tem sua casa própria e mais duas casas de aluguel. Minha mãe trabalhou só uma vez na vida e ficou pouco tempo no emprego devido à todas as suas dificuldade de aprendizado.

Eles são pessoas de bom coração. Mas durante muitos anos foram desprezados, humilhados e maltratados por pessoas mais "inteligentes", "bonitas ", "intelectuais", "letradas" e "queridas" por muita gente.

Meus pais eram tão oprimidos que não conseguiram exigir respeito, espaço e dignidade para esse tipo de gente na própria casa deles. E eu também durante muito tempo não conseguiam ter boca pra exigir respeito também. Eu acreditava que era "normal" ser menosprezada pela parentela.

Pessoas essas que tem uma linda aparência, falam bonito, tem uma casa linda, e posam nas redes sociais com fotos de uma "familia perfeita". Mas são hipócritas, perversas , mentirosas e diabólicas.

E esse tipo de gente já enganou muitas pessoas. Eu mesma fui uma que sofri o pão que eles amassaram juntamente com a minha família.

Esse tipo de gente não tem amor por ninguém no coração além deles mesmos. O amor deles está ao dinheiro, à posses, e riquezas. E eles se aproveitaram por muitos anos daqueles que consideravam "fracos", pra roubar paz, sossego, alegria, felicidade, dignidade e dinheiro também.

Esse tipo de gente achou que ia reinar na maldade uma vida inteira às custas do meu sofrimento e da minha família e que ninguém nunca ia saber disso.

Enquanto pensavam que estavam enganando a muitos, Deus estava vendo tudo. E estava permitindo o meu sofrimento e dos meus para no tempo dEle revelar a todos quem eles realmente são.

Eu já tive amor no coração por esse tipo de gente. Pois eu acreditava que eram pessoas boas, que queriam o meu bem, assim como eu desejava o bem deles.

Mas de pessoas que nunca amaram, nem respeitaram a própria mãe  e avó a gente não pode esperar nada que preste.

Muita coisa eu não sabia, e Deus em sua infinita bondade tem me revelado a sua VERDADE no meio de tanta mentira, falsidade e podridão de uma vida inteira onde prejudicaram a mim e os meus para se darem "bem na vida".

A esse tipo de "gente" eu só quero uma coisa: DISTÂNCIA.

Texto: @giselesertao @afagodemaeoficial




Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Você não está parada. Você está sustentando uma infância."

  Você não está parada. Você está sustentando uma infância." Essa frase o ChatGPT escreveu pra mim depois que eu desabafei sobre as dificuldades de ser mãe em tempo integral, sem rede de apoio. E eu confesso: ela me impactou profundamente. É grandioso o que uma mãe faz por um filho — mas, infelizmente, nem sempre é visto ou valorizado como deveria. A primeira infância é uma fase repleta de aprendizados. Para que uma criança se desenvolva bem, ela precisa de suporte. Precisa de alguém que seja sua base, que esteja disponível para cuidar, orientar e garantir suas necessidades básicas. E, na maioria das vezes, essa pessoa é a mãe. A mãe que abdica de trabalhar fora para cuidar do filho não está parada. Ela está sustentando a fase mais importante da vida dele — aquela que irá influenciar toda a sua vida adulta. A mãe que fica em casa, cuidando dos afazeres domésticos, do dever de casa, da rotina do lar, não está parada. Ela está assumindo tarefas importantíssimas que ninguém mais fari...

Bipolaridade na maternidade

  A maternidade é intensa. Ela é cheia de emoções que se misturam todos os dias. Quando se é mãe e também se convive com a bipolaridade essa jornada ganha ainda mais desafios. Existem dias em que a energia transborda: a criatividade, o carinho, a disposição para brincar e estar presente parecem infinitos. Em outros, levantar da cama já é uma grande vitória. Essas oscilações não significam falta de amor pelo filho, muito pelo contrário: cada esforço silencioso, cada pequeno gesto, cada tentativa em meio ao cansaço e à dor são provas diárias de um amor imenso e corajoso. A maternidade para quem vive com bipolaridade é feita de batalhas invisíveis. São lutas internas que ninguém vê, mas que exigem força, resiliência e, principalmente, muita compaixão consigo mesma. Nem sempre é fácil pedir ajuda. Nem sempre é simples explicar que o silêncio, o cansaço ou a falta de ânimo não têm nada a ver com desistência ou falta de vontade — são apenas parte de uma condição que precisa ser respeitad...

Livro: Quando nasce a mãe

     Neste livro, Vanessa reúne 16 histórias de mulheres comuns que nascem mães. Segundo a autora, o nascer de uma mãe é como o desabrochar de uma borboleta: “ A mulher entra sozinha no casulo. Ela consigo mesma. Ali, a mãe é gestada. Gestada a partir da mulher. Mulher e mãe coabitam.”      Cada história relatada possui a sua particularidade de encontro com a maternidade, porém também há similaridade dessas histórias e tantas outras  mulheres que nascem mães: o medo pelo desconhecido, a incerteza da carreira profissional, o desafio de ser mãe solo, os riscos que envolvem um parto prematuro,  a perda de um bebê, a espera pela adoção, entre tantas outras experiências que são vividas por mulheres que desabrocham para a maternidade, assim como a lagarta vira borboleta e precisa sair do seu casulo.      Uma leitura leve e envolvente  que te fará sentir empatia e sororidade por cada mãe que nasceu, seja a partir dos relatos dest...