Pular para o conteúdo principal

O Brasil é de todos os brasileiros

 Ontem após o resultado das eleições, os meus vizinhos se manifestaram de suas sacadas. Uns comemoraram a vitória do Presidente eleito e outros ficaram indignados com o resultado.

Enquanto eu andava pelo condomínio, ouvi um morador dizer para o outro: "Tira a bandeira do Brasil da sua sacada, o Brasil é nosso."

Ao ouvir aquilo eu me senti no dever de dizer bem alto para todo mundo ouvir: "O Brasil é de todos os brasileiros."

Infelizmente foi colocado na cabeça de muita gente que o Brasil é de determinado partido. Que ser patriota é apoiar tal candidato ou ser de, tal religião. Mas a verdade é que antes dessa ideologia ser plantada na mente de alguns Brasil já era de todos nós.

O Brasil não tem dono e nem partido político. O Brasil não tem uma religião dominante e não possui crenças e valores que devem prevalecer para todos por causa da grande maioria.

Cada brasileiro tem livre árbitro para votar em quem deseja ou seguir a religião e crença que acredita também.

Inclusive, Jesus não impôs seus ensinamentos a ninguém. Ele deu liberdade de escolha a todos e deixou bem claro as consequências de cada uma delas também.

O Brasil é de todos aqueles que aqui residem, sejam eles brasileiros natos ou até mesmo estrangeiros que adotaram a nossa nação em seu coração.

O Brasil é de todos aqueles que estudam e trabalham para garantir o seu sustento e para as suas famílias.

O Brasil é de todos aqueles que tem a esperança de viver bem, alcançar seus sonhos e proporcionar uma vida digna para os seus.

O Brasil não se resume a partido A ou B. Não importa em quem votamos, de onde viemos, onde moramos. Não importa nossa idade, sexo, religião, cor da pele ou classe social.

Embora tenham tentado dividir o nosso país e segregar as minorias por longos anos, eu escrevo para quem ainda tem alguma dúvida:

O Brasil é de todos os brasileiros.




Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Você não está parada. Você está sustentando uma infância."

  Você não está parada. Você está sustentando uma infância." Essa frase o ChatGPT escreveu pra mim depois que eu desabafei sobre as dificuldades de ser mãe em tempo integral, sem rede de apoio. E eu confesso: ela me impactou profundamente. É grandioso o que uma mãe faz por um filho — mas, infelizmente, nem sempre é visto ou valorizado como deveria. A primeira infância é uma fase repleta de aprendizados. Para que uma criança se desenvolva bem, ela precisa de suporte. Precisa de alguém que seja sua base, que esteja disponível para cuidar, orientar e garantir suas necessidades básicas. E, na maioria das vezes, essa pessoa é a mãe. A mãe que abdica de trabalhar fora para cuidar do filho não está parada. Ela está sustentando a fase mais importante da vida dele — aquela que irá influenciar toda a sua vida adulta. A mãe que fica em casa, cuidando dos afazeres domésticos, do dever de casa, da rotina do lar, não está parada. Ela está assumindo tarefas importantíssimas que ninguém mais fari...

Bipolaridade na maternidade

  A maternidade é intensa. Ela é cheia de emoções que se misturam todos os dias. Quando se é mãe e também se convive com a bipolaridade essa jornada ganha ainda mais desafios. Existem dias em que a energia transborda: a criatividade, o carinho, a disposição para brincar e estar presente parecem infinitos. Em outros, levantar da cama já é uma grande vitória. Essas oscilações não significam falta de amor pelo filho, muito pelo contrário: cada esforço silencioso, cada pequeno gesto, cada tentativa em meio ao cansaço e à dor são provas diárias de um amor imenso e corajoso. A maternidade para quem vive com bipolaridade é feita de batalhas invisíveis. São lutas internas que ninguém vê, mas que exigem força, resiliência e, principalmente, muita compaixão consigo mesma. Nem sempre é fácil pedir ajuda. Nem sempre é simples explicar que o silêncio, o cansaço ou a falta de ânimo não têm nada a ver com desistência ou falta de vontade — são apenas parte de uma condição que precisa ser respeitad...

Livro: Quando nasce a mãe

     Neste livro, Vanessa reúne 16 histórias de mulheres comuns que nascem mães. Segundo a autora, o nascer de uma mãe é como o desabrochar de uma borboleta: “ A mulher entra sozinha no casulo. Ela consigo mesma. Ali, a mãe é gestada. Gestada a partir da mulher. Mulher e mãe coabitam.”      Cada história relatada possui a sua particularidade de encontro com a maternidade, porém também há similaridade dessas histórias e tantas outras  mulheres que nascem mães: o medo pelo desconhecido, a incerteza da carreira profissional, o desafio de ser mãe solo, os riscos que envolvem um parto prematuro,  a perda de um bebê, a espera pela adoção, entre tantas outras experiências que são vividas por mulheres que desabrocham para a maternidade, assim como a lagarta vira borboleta e precisa sair do seu casulo.      Uma leitura leve e envolvente  que te fará sentir empatia e sororidade por cada mãe que nasceu, seja a partir dos relatos dest...