Por 9 meses a mãe doa seu corpo para seu bebê gestar;
Por meses e até anos, doa seu seios para sua cria amamentar;
Seus braços estão sempre disponíveis para seu filho carregar;
Suas horas de sono são cedidas para poder embalar e acalmá-lo caso ele venha chorar;
Há aquela que abre mão do trabalho para ao filho se dedicar;
Também há aquela que retorna da licença maternidade sem saber como vai conseguir trabalhar;
Ela ama seu filho de uma forma que não consegue mensurar;
O amor de um filho por sua mãe é algo de se admirar;
Mas o afeto de mãe por sua cria ninguém nunca há de explicar;
Se fosse preciso com toda certeza sua vida ela daria em seu lugar;
O seu amor por ele cresce a cada dia que passa faz seu coração acelerar;
Ela cuida e zela por ele como ninguém nunca há de se preocupar;
Aqueles que tem suas mães por perto, lhes digo: ame, cuide e corra sempre para lhe abraçar;
Já as mães que possuem filhos pequenos lhes digo: dê muito colo e aproveite ao máximo essa fase que que logo há de passar.
Você não está parada. Você está sustentando uma infância." Essa frase o ChatGPT escreveu pra mim depois que eu desabafei sobre as dificuldades de ser mãe em tempo integral, sem rede de apoio. E eu confesso: ela me impactou profundamente. É grandioso o que uma mãe faz por um filho — mas, infelizmente, nem sempre é visto ou valorizado como deveria. A primeira infância é uma fase repleta de aprendizados. Para que uma criança se desenvolva bem, ela precisa de suporte. Precisa de alguém que seja sua base, que esteja disponível para cuidar, orientar e garantir suas necessidades básicas. E, na maioria das vezes, essa pessoa é a mãe. A mãe que abdica de trabalhar fora para cuidar do filho não está parada. Ela está sustentando a fase mais importante da vida dele — aquela que irá influenciar toda a sua vida adulta. A mãe que fica em casa, cuidando dos afazeres domésticos, do dever de casa, da rotina do lar, não está parada. Ela está assumindo tarefas importantíssimas que ninguém mais fari...
Comentários
Postar um comentário