Pular para o conteúdo principal

Documentário: Poesia que transforma (Globoplay)

 O documentário Poesia que transforma conta a história do poeta Bráulio Bessa, e de tantas outras pessoas pelo país afora que foram impactadas por sua arte.

Ele é dividido em cinco episódios onde são contadas histórias de pessoas simples, com trajetória de vida marcadas pelo preconceito, violência,  pobreza, superação,  e pela Fé em Deus independente de qualquer que seja a crença religiosa. Todos os entrevistados relatam com emoção o impacto da poesia de Bráulio Bessa em suas vidas, o quanto seus versos tocaram seus corações e lhes trouxeram esperança de dias melhores.


Em diversos trechos do documentário você irá se emocionar com as trajetórias relatadas e há  de se questionar, como que o nosso país pode ter sido dominado por tamanha intolerância,  ódio e desrespeito ao próximo. Irá se questionar também o porque não há incentivo e preocupações reais dos nossos governantes pela cultura e educação de qualidade em nosso país. A verdade é que quando temos uma sociedade bem informada não há espaço para líderes intransigentes e opressores que usam da fé religiosa de muitos para seus próprios interesses sem nenhum temor a Deus. Este documentário nos traz grandes lições de como nós devemos ser enquanto seres humanos: conscientes, empáticos e solidários com o próximo seja ele quem for.


O principal ingrediente para que o poeta Bráulio Bessa faça tanto sucesso com toda certeza é o amor. Através da sua arte, sua poesia transforma os corações para o bem sem olhar a quem. É disso que todos nós estamos precisando com toda certeza.


Corre lá, assiste esse documentário incrível e me conta aqui depois o que achou ok? Eu quero saber a sua opinião.


Texto: @giselesertao @afagodemaeoficial




Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Bipolaridade na maternidade

  A maternidade é intensa. Ela é cheia de emoções que se misturam todos os dias. Quando se é mãe e também se convive com a bipolaridade essa jornada ganha ainda mais desafios. Existem dias em que a energia transborda: a criatividade, o carinho, a disposição para brincar e estar presente parecem infinitos. Em outros, levantar da cama já é uma grande vitória. Essas oscilações não significam falta de amor pelo filho, muito pelo contrário: cada esforço silencioso, cada pequeno gesto, cada tentativa em meio ao cansaço e à dor são provas diárias de um amor imenso e corajoso. A maternidade para quem vive com bipolaridade é feita de batalhas invisíveis. São lutas internas que ninguém vê, mas que exigem força, resiliência e, principalmente, muita compaixão consigo mesma. Nem sempre é fácil pedir ajuda. Nem sempre é simples explicar que o silêncio, o cansaço ou a falta de ânimo não têm nada a ver com desistência ou falta de vontade — são apenas parte de uma condição que precisa ser respeitad...

Você não está parada. Você está sustentando uma infância."

  Você não está parada. Você está sustentando uma infância." Essa frase o ChatGPT escreveu pra mim depois que eu desabafei sobre as dificuldades de ser mãe em tempo integral, sem rede de apoio. E eu confesso: ela me impactou profundamente. É grandioso o que uma mãe faz por um filho — mas, infelizmente, nem sempre é visto ou valorizado como deveria. A primeira infância é uma fase repleta de aprendizados. Para que uma criança se desenvolva bem, ela precisa de suporte. Precisa de alguém que seja sua base, que esteja disponível para cuidar, orientar e garantir suas necessidades básicas. E, na maioria das vezes, essa pessoa é a mãe. A mãe que abdica de trabalhar fora para cuidar do filho não está parada. Ela está sustentando a fase mais importante da vida dele — aquela que irá influenciar toda a sua vida adulta. A mãe que fica em casa, cuidando dos afazeres domésticos, do dever de casa, da rotina do lar, não está parada. Ela está assumindo tarefas importantíssimas que ninguém mais fari...

HQ: Persépolis

     Persépolis é uma história em quadrinhos autobiográfica sobre a autora Marjane Satrapi. Ela relata sobre o contexto do seu país de origem Irã, e o momento que ela e sua família viveram. No início de 1979 a revolução iraniana lançou o país nas trevas do regime xiita, o que levou muitas pessoas à morte e à perda da liberdade de expressão.      Marjane foi uma criança que viveu a transição de um país ocidentalizado para um país fundamentalista. Ela estudava em uma escola laica de educação francesa que foi obrigada a se adaptar a imposições do governo e da religião. As meninas foram separadas dos meninos e foram obrigadas a usar o véu.      Os pais de Marjane sempre incentivaram a filha a estudar, a ter opinião própria e a lutar pelos seus sonhos. Perceberam então que o melhor para ela  era ficar longe de todo esse conflito, a enviaram então aos 14 anos para a Europa. Sozinha, Marjane precisou se adaptar a outra cultura e passou por muit...