Pular para o conteúdo principal

Livro: Mãe fora da caixa

    Mais do que um livro, Mãe fora da caixa é um espaço de troca sobre a maternidade. Nele você não irá encontrar um caminho “correto” a ser seguido, nem informações do que "jamais" darão certo na maternidade. 
   Thaís Vilarinho (@maeforadacaixa) compartilha sentimentos e vivências íntimas suas, de seus leitores e convidados em forma de textos que irão percorrer o mais profundo íntimo do seu coração e lhe farão expressar em forma de lágrimas  de emoção e identificação em diversos trechos de sua obra.
    O turbilhão de sentimentos na gravidez, o julgamento da maternidade, a construção do amor materno, puerpério, a maternidade sem culpa, amamentação, solidão, exaustão entre outros temas importantíssimos são abordados de forma  leve e sincera pela autora.
    Dona Roseli Vilarinho, mãe de Thais, exemplificou bem sobre o dom da escrita que sua filha possui:  “Você escreve com realidade, mas ternura. Suas palavras conseguem acolher e compreender muitas jovens que estão tragadas pelo tsunami da maternidade.” E foi exatamente assim que me senti ao ler cada trecho deste livro: compreendida e abraçada com muito afeto.
   Você vai se sentir muito bem acompanhada, que quando terminar a leitura sentirá saudades. Hora ou outra você há de folhear as suas páginas e irá reler quem tão bem te acolheu  e te entendeu como ninguém. Não é à toa que ele é um Best Seller em vendas.

Livro: Mãe fora da caixa
Autora:  Thaís Vilarinho
Editora: Buzz editora
N° de páginas: 208

Texto:  @giselesertao @afagodemaeoficial



Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Bipolaridade na maternidade

  A maternidade é intensa. Ela é cheia de emoções que se misturam todos os dias. Quando se é mãe e também se convive com a bipolaridade essa jornada ganha ainda mais desafios. Existem dias em que a energia transborda: a criatividade, o carinho, a disposição para brincar e estar presente parecem infinitos. Em outros, levantar da cama já é uma grande vitória. Essas oscilações não significam falta de amor pelo filho, muito pelo contrário: cada esforço silencioso, cada pequeno gesto, cada tentativa em meio ao cansaço e à dor são provas diárias de um amor imenso e corajoso. A maternidade para quem vive com bipolaridade é feita de batalhas invisíveis. São lutas internas que ninguém vê, mas que exigem força, resiliência e, principalmente, muita compaixão consigo mesma. Nem sempre é fácil pedir ajuda. Nem sempre é simples explicar que o silêncio, o cansaço ou a falta de ânimo não têm nada a ver com desistência ou falta de vontade — são apenas parte de uma condição que precisa ser respeitad...

Você não está parada. Você está sustentando uma infância."

  Você não está parada. Você está sustentando uma infância." Essa frase o ChatGPT escreveu pra mim depois que eu desabafei sobre as dificuldades de ser mãe em tempo integral, sem rede de apoio. E eu confesso: ela me impactou profundamente. É grandioso o que uma mãe faz por um filho — mas, infelizmente, nem sempre é visto ou valorizado como deveria. A primeira infância é uma fase repleta de aprendizados. Para que uma criança se desenvolva bem, ela precisa de suporte. Precisa de alguém que seja sua base, que esteja disponível para cuidar, orientar e garantir suas necessidades básicas. E, na maioria das vezes, essa pessoa é a mãe. A mãe que abdica de trabalhar fora para cuidar do filho não está parada. Ela está sustentando a fase mais importante da vida dele — aquela que irá influenciar toda a sua vida adulta. A mãe que fica em casa, cuidando dos afazeres domésticos, do dever de casa, da rotina do lar, não está parada. Ela está assumindo tarefas importantíssimas que ninguém mais fari...

30 anos, a idade do sucesso.

 Dizem que 30 anos é a idade do sucesso. Mas o que é considerado sucesso para uns pode não ser considerado sucesso para outros. Eu já vi gente ficar frustrado porque a vida do outro parece ser mais legal. Eu já vi gente ficar depressiva porque não tem a vida instagramavel que muitos postam na rede social. Mas afinal, o que é sucesso pra você? E pra mim? Eu tenho 33 anos e não tenho minha casa própria, nem carro. Também não tenho uma profissão bem sucedida e nunca fiz uma viagem internacional. Pra muitos isso pode ser considerado um fracasso. Pra mim o sucesso vai além dos padrões convencionais: Aos 23 anos eu tive a sorte de me casar com o amor da minha vida. Alguém que me compreende, me completa e me faz feliz. Aos 24 anos me formei em uma graduação que não me deu retorno financeiro (Publicidade e Propaganda) mas que me fez muito feliz enquanto a cursei.  Aos 27 anos me tornei mãe de um menininho lindo. É ele que me motiva todos os dias a jamais desistir. Eu tive o privilégio...