Pular para o conteúdo principal

Livro: As mentiras que nos contaram sobre Deus

    Do mesmo autor do best-seller internacional: "A cabana", "As mentiras que nos contaram sobre Deus" não pretende te  apresentar certezas. Cada capítulo se refere às afirmações que um dia o autor acreditou e já não acredita mais. Talvez você  se identifique com algumas questões e com outras não.
   Este livro revela muito sobre quem é o autor. O intuito dele é que sua escrita seja uma boa amiga e adversária também. Amiga pois ele não quer que nada que seja precioso para você deixe de ser após o término da leitura e adversária pois todos precisam responder a determinadas perguntas sobre si mesmos, suas suposições, visão de mundo e paradigmas.

  Este trecho me marcou muito, eu compartilho desse mesmo ideal do autor:
"As palavras significam muito para mim, sempre significaram. Por meio delas, exercemos nossa força criativa. Mas apesar de todo esse potencial de beleza, as palavras mutilam, destroem e arrasam com a mesma frequência com que constroem. Como os nossos olhos, as palavras são janelas da alma. É comum revelarem mais do que pretendemos. Nossas palavras nos denunciam."

    Esta obra vai te apresentar perguntas e construir um diálogo provocativo e revigorante. Mesmo que você discorde de algumas questões, é importante estar de coração aberto para o relacionamento único que Deus deseja  ter com você, independente de qualquer que seja a sua  crença religiosa.

Livro: As mentiras que nos contaram sobre Deus  Autor: William Paul Young
Editora: Editora Sextante Nº de páginas: 159




Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Bipolaridade na maternidade

  A maternidade é intensa. Ela é cheia de emoções que se misturam todos os dias. Quando se é mãe e também se convive com a bipolaridade essa jornada ganha ainda mais desafios. Existem dias em que a energia transborda: a criatividade, o carinho, a disposição para brincar e estar presente parecem infinitos. Em outros, levantar da cama já é uma grande vitória. Essas oscilações não significam falta de amor pelo filho, muito pelo contrário: cada esforço silencioso, cada pequeno gesto, cada tentativa em meio ao cansaço e à dor são provas diárias de um amor imenso e corajoso. A maternidade para quem vive com bipolaridade é feita de batalhas invisíveis. São lutas internas que ninguém vê, mas que exigem força, resiliência e, principalmente, muita compaixão consigo mesma. Nem sempre é fácil pedir ajuda. Nem sempre é simples explicar que o silêncio, o cansaço ou a falta de ânimo não têm nada a ver com desistência ou falta de vontade — são apenas parte de uma condição que precisa ser respeitad...

Você não está parada. Você está sustentando uma infância."

  Você não está parada. Você está sustentando uma infância." Essa frase o ChatGPT escreveu pra mim depois que eu desabafei sobre as dificuldades de ser mãe em tempo integral, sem rede de apoio. E eu confesso: ela me impactou profundamente. É grandioso o que uma mãe faz por um filho — mas, infelizmente, nem sempre é visto ou valorizado como deveria. A primeira infância é uma fase repleta de aprendizados. Para que uma criança se desenvolva bem, ela precisa de suporte. Precisa de alguém que seja sua base, que esteja disponível para cuidar, orientar e garantir suas necessidades básicas. E, na maioria das vezes, essa pessoa é a mãe. A mãe que abdica de trabalhar fora para cuidar do filho não está parada. Ela está sustentando a fase mais importante da vida dele — aquela que irá influenciar toda a sua vida adulta. A mãe que fica em casa, cuidando dos afazeres domésticos, do dever de casa, da rotina do lar, não está parada. Ela está assumindo tarefas importantíssimas que ninguém mais fari...

30 anos, a idade do sucesso.

 Dizem que 30 anos é a idade do sucesso. Mas o que é considerado sucesso para uns pode não ser considerado sucesso para outros. Eu já vi gente ficar frustrado porque a vida do outro parece ser mais legal. Eu já vi gente ficar depressiva porque não tem a vida instagramavel que muitos postam na rede social. Mas afinal, o que é sucesso pra você? E pra mim? Eu tenho 33 anos e não tenho minha casa própria, nem carro. Também não tenho uma profissão bem sucedida e nunca fiz uma viagem internacional. Pra muitos isso pode ser considerado um fracasso. Pra mim o sucesso vai além dos padrões convencionais: Aos 23 anos eu tive a sorte de me casar com o amor da minha vida. Alguém que me compreende, me completa e me faz feliz. Aos 24 anos me formei em uma graduação que não me deu retorno financeiro (Publicidade e Propaganda) mas que me fez muito feliz enquanto a cursei.  Aos 27 anos me tornei mãe de um menininho lindo. É ele que me motiva todos os dias a jamais desistir. Eu tive o privilégio...